segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Só sucesso!

Como faço em todos os períodos de festas, coloco-me hoje a recordar os principais acontecimentos pessoais de 2007 e, desse modo, traçar um balanço das realizações e também elaborar as metas para os próximos 365 dias. Ao lembrar mês a mês, contabilizo uma série de conquistas para um ano que, de tão rápido, pareceu curto. Da conta feita na ponta do lápis, restam-me motivos para comemorar.

Posso relatar, em ordem inversa, a surpresa de trocar a assessoria de imprensa da CUT-SP (Central Única dos Trabalhadores) pelo novo trabalho como redator em Metrópole, de O Estado de São Paulo. Retornar a uma redação, e de um grande jornal, trouxe novas expectativas, principalmente para o ano que se insinua a aparecer em poucos dias. Além disso, sair do Diário do Grande ABC para a CUT-SP também foi uma grande realização, projetada ainda em 2006.

As dúvidas sobre o futuro acadêmico chegaram ao fim este ano e agora eu tenho praticamente um projeto de vida definido. Bastam coragem, determinação, força e, sobretudo, auto-confiança para executá-lo em 2008. A terra, neste momento, é preparada para o plantio e, em breve, vou celebrar a colheita de tempos de fartura com mais um degrau superado.

A liberdade foi conquistada. Este foi o ponto máximo de felicidade e dor. Eu nunca imaginei que a liberdade pudesse doer tanto. Doeu. E doeu demais. Parecia, em meio à angústia, uma dor sem fim, uma dor sem remédio, uma dor sem cura. A sensação de desnorteio, desespero, aflição foi eliminada, aos poucos, por um sentimento de alívio inigualável. Uma liberdade sem fim que hoje não abro mão de desfrutá-la.

Entre outros acontecimentos bons de 2007, cito o casamento de Cris e Albert. A responsabilidade de ir ao altar de uma igreja e testemunhar diante de deus e da comunidade a união dos amigos foi grande, enorme. Momentos de felicidades indescritíveis, com direito a muita festa regada à espumante, comida de qualidade e forró. Euforia aos pés de inúmeras mulheres registrada em papel.

Além disso, depois de muito trabalhar, sem descanso, emendando um emprego no outro desde a Alta Astral, em Bauru, tive direito às minhas tão merecidas férias. Desde 2003, passei pela editora, Agora São Paulo, Curso Estado de Jornalismo, O Estado de S. Paulo e Diário do Grande ABC sem nenhuma pausa digna. E, neste ano, por 30 dias aproveitei cada dia de ociosidade. Na realidade foi tempo de agito, com direito à folia em João Pessoa, Olinda e Rio de Janeiro, durante o Carnaval, e dias à beira-mar na Bahia.

Por falar em festa, foram muitas as baladas, os barzinhos, os momentos de diversão com os principais companheiros baladeiros de sempre. Ponto positivo para Thiago, Leandro, Renata, Caco, entre outros. Ponto positivo para mim também que aprendi, sem medo, a sair sozinho. E mais um ponto positivo para a Piky que se jogou na noitada de São Paulo comigo.

O ano de 2007 termina, restam apenas as lembranças de um dos melhores anos de minha vida. Aguardem: 2008 há de ser muito melhor.

Um comentário:

Caco disse...

O teu saldo também terminou 2007 positivo no meu balanço. ;-)

O ano que vem tem mais.
Besos e Boas Festas!

CACO